Carreira pública ou iniciativa privada? Vantagens e desvantagens

Há muitos anos concurseiros e interessados em mudar de ramo esbarram nesta grande decisão: carreira pública ou iniciativa privada? Os dois possuem diferenciais a serem analisados, vantagens e desvantagens a serem levadas em conta. Saiba mais antes de tomar a decisão. 

Vantagens e desvantagens de uma carreira pública

O emprego público significa trabalhar em uma empresa a qual a administração é do Governo Federal ou Estado. O ingresso apenas através de aprovação por meio de concurso público, o que pode acontecer com prova apenas teórica ou prática. 

Uma carreira pública envolve ser um servidor público, com contratação assinando carteira e os mesmos direitos trabalhistas que um contratado de uma empresa privada possui. Há salário, benefícios diversificados e carga horária. Os concursos públicos 2018 estão muito procurados pensando em muitos pontos positivos envolvendo a carreira.

A principal vantagem de ser um servidor público está na estabilidade da empresa. Um órgão público não tende a fechar as portas. Há casos, como a privatização de algumas empresas e neste caso o regime é CLT e a demissão para redução de quadro pode acontecer. Mas salvo casos extremos, a demissão é bem rara entre os servidores públicos.

Um ponto a ser levado em consideração considerado como desvantagem para quem quer ser concursado é a estabilidade salarial. Há comissões, aumentos graduais de acordo com a inflação mas não com a velocidade dos funcionários de empresas privadas. Para muitos profissionais a diferença é gigantesca, em especial quem está em setores comerciais fortes.

Vantagens e desvantagens da iniciativa privada

Ser um funcionário da iniciativa privada significa ser contratado com uma empresa LTDA(limitada) ou SA(Sociedade Aberta). Neste caso o vínculo pode ter temporário (contrato) ou sem data determinada de finalizar por meio de carteira assinada. 

Os mesmos direitos trabalhistas preservantes da contratação de um servidor público estão na iniciativa privada. Contudo, há um quesito muito ressaltado pelos concurseiros: estabilidade. Uma estatal recebe verbas fixas e não pode reduzir o seu quadro de funcionário. Uma empresa privada depende do mercado. Se há demanda ela contrata mais. Se não há acontecem as demissões. 

Contudo, os salários a serem pagos de uma empresa privada podem ser maiores. Ele não é pré determinado em um edital e por isso pode ser modificado tanto para mais como para menos. Uma empresa pública recebe verba pré determinada e por isso não pode aumentar os salários, tendem a ser fixos com leves acréscimos. Já no meio privado os aumentos são bem graduais. 

Dá para ter os dois?

Dependendo do concurso sim. Se os segmentos das empresas não se chocarem (trabalhar em um banco público e um privado ao mesmo tempo, por exemplo) ou a regra do concurso proibir isso não há problema. 

O importante é os horários não se chocarem. Há muitos casos de professores de rede particular de ensino como servidores públicos de dia, por exemplo. O que não pode em muitos casos é ter dois concursos públicos, mas também é especificado no edital antes de fazer a prova. Se não for pré determinado não há impedimento de ter dois empregos, um público e um privado.